os primeiros passos e opiniões formadas, uma turma e algumas cabeças pensantes, diga-se de passagem muito críticas, deu nisso!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Fichamento Manual de redação do Jornal O Globo

Luiz Garcia. Manual de redação do jornal O Globo.      

            Correr contra o tempo não é uma tarefa muito fácil, mas que faz parte do cotidiano de muitas pessoas. Na vida de um jornalista, a situação não poderia ser diferente. Mas, nem por isso, aceitam-se "erros ou mediocridades".
            No manual de redação do jornal O Globo, Luiz Garcia ressalta cuidados que um jornalista, indiferente da situação, do estilo, da apuração, jamais deve esquecer.


  1. "Só escreve bem, acima da pura habilitação mecânica, quem lê muito e escolhe bem o que lê. 
  2. " E é preciso cuidado na seleção das palavras para não iludir o leitor." 
  3. "Em princípio, o jornalista é testemunha, não personagem."



     Gostei muito do texto, da escrita clara e objetiva de Luiz Garcia. Concordo com as colocações feitas em relação aos mínimos cuidados que um jornalista, indiferente da situação, deve ter na criação de seus textos. Afinal de contas, é muito comum abrir um jornal ou ler uma coluna opinativa, com centenas de erros de concordância, carência de esclarecimentos e informações.
      Achei este texto muito bacana para nós, iniciantes do curso de jornalismo. Nos faz raciocinar que, antes de termos um estilo, indiferente do lugar para onde vamos escrever, temos que respeitar regras básicas, que só irão beneficiar nosso trabalho, o jornal para onde trabalhos e principalmente o nosso leitor e o seu tempo.

Por Kallyana de Moura Muller

Lead Palestra Jorge Duarte

A arte da comunicação.

“A comunicação tem que ajudar o governo a funcionar melhor” disse Jorge Duarte, um dos dirigentes da SECOM (Secretaria da Comunicação Social da Presidência da Republica) em visita á Universidade do Vale do Rio dos Sinos em São Leopoldo, no ultimo dia 16. Diante de um auditório lotado de estudantes  ele expôs fatores determinantes para o sucesso da comunicação governamental durante os oito anos de governo Lula.

Por Renata  Almeida

Apresentação Pessoal

Ela.....

Ela nasceu em Sapucaia do Sul no dia 28 de junho de 1989, mas só nasceu lá, ela sempre morou em Canoas no bairro Mathias Velho. Desde pequena sempre foi muito comunicativa e ansiosa, cursou o ensino médio na Escola Bento Gonçalves, e, logo após se formar, iniciou um curso técnico de enfermagem. Adora dançar e trabalhar com pessoas, já participou de um grupo de dança por seis anos. Ela ama um bom rock’n roll, e ler, tem uma paixão por livros,principalmente Agatha Christie.Ama sua família e seus amigos e sempre que pode está com eles. Caseira ela prefere uma sessão de filmes com direito a pipoca e coca-cola, a uma super balada.
Já trabalhou e ralou muito para conseguir o que tem hoje, já foi operadora de telemarketing, vendedora e por aí vai, pra conseguir entrar na universidade, tentou o Enem por cinco anos, até que finalmente conseguiu uma bolsa pelo Prouni, uma imensa alegria para ela e para sua família.
Ela sempre teve muita dúvida sobre que carreira seguir, veterinária, enfermagem, jornalismo. Por ser canceriana, é uma pessoa muito indecisa, ela ama qualquer tipo de animal, e é literalmente louca por cachorros e gatos, tem uma linda cadelinha poddle que trata como filha, pensou em veterinária, mas ela acabaria por transformar a casa em um ‘canil, iria levar todos os bichinhos abandonados para casa.Bem veterinária fica para depois, enfermagem “a arte de cuidar”,já conhece a área por ter feito  técnico em enfermagem,então viu que não era isso,acabou optando por jornalismo, assim ela pode colocar toda a sua criatividade e fácil comunicação em prática,o problema é o bendito português...
Bem isso é um pouco de como ela é, claro que se fosse dizer tudo não caberia em uma folha,mas isso é um resumo, e quem é ela?!
Ela é Aline Silveira da Silveira, colorada, filha do Silvio e da Suzete e irmã da Patrícia, alguém que não tem medo de sonhar e que não desiste nunca!


Por Aline Silveira

Perguntas a partir do livro A arte da fazer um jornal diário, de Ricardo Noblat

1. Muitos alunos de Jornalismo entram na universidade anunciando: “Eu quero trabalhar em rádio e cobrir esportes”. Outros falam da vontade de fazer matérias sobre rock e música pop. Será possível, no seu entender, conciliar essas ambições com o que Ricardo Noblat afirma no capítulo III: “O jornalista que gosta de escrever só sobre alguns assuntos terá menos chances do que outro capaz de escrever sobre qualquer assunto”?

Resposta: Em partes sim, pois nas redações atuais tem cada vez menos jornalistas porque as diretorias priorizam mais o avanço tecnológico do que a qualidade da matéria e das notícias. Porém ainda existem profissionais especializados em determinadas áreas mesmo que em números reduzidos e destinados em sua grande maioria às colunas dos jornais, onde podem dar sua opinião sobre os fatos devido sua experiência no assunto. Enquanto aos jovens resta-lhes serem jornalistas polivalentes, ou seja, escreverem sobre todos os tipos de matérias mesmo que elas fiquem sem a qualidade necessária para os leitores. Mas hoje em dia, seu objetivo como futuros jornalistas é sintetizar todos os assuntos e se informarem sobre todos os assuntos até aparecer uma oportunidade de escrever sobre os assuntos ambicionados.



2. Ricardo Noblat propõe em seu livro que o lead convencional “é inimigo do prazer que a leitura de um texto pode proporcionar”. Como redigir um lead que desperte a curiosidade dos leitores e os faça ler todo o texto?

Resposta: Primeiramente usando o lead para atrair a atenção dos leitores com criatividade, originalidade deixando os jornais diferentes uns dos outros e enriquecendo o lead com detalhes. Também deixar de pensar o lead como um resumo, o que é exatamente o que fiz nos trabalhos entregues, e pensa-lo como a parte mais importante da noticia, pois com um lead bom você garante a leitura do texto.




3. Na página 27, no capítulo “Jornalista não é deus”, Noblat reforça a importância dos princípios éticos na profissão de jornalista. Ele condena a obtenção de informações por meios fraudulentos. No entanto, mais adiante (página 56, no capítulo “Nada é como parece”), o autor conta um episódio em que ele próprio usou desses artifícios (Noblat se passou por outra pessoa). O que você pensa sobre essas duas posições?

Resposta: A primeira posição dele é a mais correta, a ética, pois como ele narrou no capítulo “Nada é como parece”, se por acaso ele não tivesse ligado para o hotel em busca de novas informações, poderia ter posto em dúvida a moral e a honestidade do deputado. E também os jornalistas não-éticos que mentem ou omitem sua identidade, estão cometendo crimes. Se as pessoas não confiam em ladrões, que cometem crimes, como irão acreditar em jornalistas sem ética que fazem e passam por cima de tudo e de todos para obter a notícia em busca de seu próprio reconhecimento profissional.


  

4. “Tenho dois filhos que estudam Jornalismo. Uma vez, formados, eles poderão enganar seus interlocutores para extrair informações e depois traí-los. Minha filha, que se formará em Pedagogia, porém, deverá ensinar ao seus alunos que é errado mentir e trair”. Com base nesse comentário de Noblat, como você avalia a questão da ética na profissão do jornalismo?

Resposta: No caso do jornalismo os deveres com a verdade e com a honestidade devem ser redobrados apesar de não ser o que acontece atualmente. Como jornalista deve ter o cuidado na hora de escrever e principalmente na apuração das informações sobre uma notícia, pois com o poder que os jornalistas têm pode acabar influenciando uma opinião e talvez o modo ver o mundo e a sociedade em que vive, podendo julgar algo ou alguém sem ter o critérios corretos pelo mal uso das palavras ou por opinião própria do jornalista. E também que os jornalistas não devem omitir sua profissão só para conseguirem o furo e nem usar a desculpa que o povo deve saber da verdade porque omitir ou mentir identidade é crime.



5. Faça um comentário geral sobre o livro, mas que seja bem pessoal. Diga se você gostou ou não e por que motivo. Acrescente: que lição maior você vai guardar dessa leitura?

Resposta: Sim eu gostei muito do livro, inclusive após o término da leitura considero o livro como a “bíblia dos jornalistas” ou um manual de como ser um ótimo jornalista. Mas o que eu achei de mais interessante no livro, é que me identifiquei com os pensamentos éticos do Noblat, sempre tive esses ideais, o compromisso com a verdade e com a justiça. O que tirei de exemplo do livro é a parte de escrever sobre todos assuntos, pois eu tinha apenas a visão esportiva do jornalismo. Então pretendo me especializar em diversos assuntos para poder ter mais oportunidades e um maior crescimento dentro do jornal até aparecer a oportunidade de trabalhar na área que sempre sonhei, que é o de radialista esportivo.

Por Guilherme Maciel

Fichamento Manual de redação do Jornal O Globo

Fichamento

1) Garcia, Luiz. Manual de redação do jornal O Globo.
     Capítulo II, p. 19-24


2) RESUMO

O segundo capítulo do Manual de redação do jornal O Globo fala sobre como é importante, na verdade necessário, o jornalista saber escrever bem.  Aborda várias técnicas de redação, mas afirma que são apenas auxiliares do talento e da aptidão que cada um desenvolve por conta própria , ou seja, precisamos conhecer as técnicas e ao mesmo tempo precisamos ter talento para saber utilizá-las, até mesmo para , talvez, desprezá-las.

3) CITAÇÕES

" Como escreve o jornalista? Numa palavra: depressa." p. 19

" A esse respeito, basta lembrar: só escreve bem, acima da pura habilidade mecânica, quem lê muito e escolhe bem o que lê." p.19

" Toda pesquisa sobre passado recente deve levar em conta que não há informante mais traiçoeiro do que a memória de cada um." p.22


4) COMENTÁRIO PESSOAL

Interessante esse segundo capítulo do manual de redação. Ele nos mostra técnicas e pequenos detalhes a que não prestamos muito atenção quando estamos escrevendo e que vão dizer se o texto é bom ou não. A informação que achei mais relevante é a de que devemos saber ( saber talvez não, mas quem sabe aprender) diferenciar uma informação relevante  de outra que não vai fazer diferença nenhuma para o leitor, para que assim possamos deixar o texto mais "divertido" , mais fácil de ser lido, sem que o leitor se irrite com tantas informações desnecessárias . Depois de ter lido esse capítulo, tentarei prestar masi atenção nisso. 

Por Amanda Nunes

Fichamento Manual de redação do Jornal O Globo

Fichamento


1-    Dados da Bibliografia:

Manual de redação do jornal O Globo. Garcia, Luiz. CAPÍTULO II.


2-    Resumo breve:

O capítulo II conta diretamente a prática do jornalista com a pesquisa, a escrita, a apuração, os cuidados e dicas para uma boa notícia, um bom texto.


3-    Citações:

·        Pág 19: “...só escreve bem, acima da pura habilitação mecânica, quem lê muito e escolhe bem o que lê”.

·        Pág 20: “...a preocupação com a boa escolha das palavras não é apenas estética”.

·        Pág 21: “...e não se deve permitir que a notícia, por sua vez, vá além dos fatos”.

·        Pág  22: “...a melhor maneira de fechar um texto é pôr um ponto final assim que nada mais se tem a dizer”.



·        Pág 23: “Por sua condição de vitrine, os jornais são alvo do desejo de aparecer de muita gente”.

·        Pág 24: “Em princípio, o jornalista é testemunha, não personagem”.


4-    Comentário Pessoal:

O texto é bem interessante, deixa clara a maneira como um bom jornalista deve escrever, se expressar. As qualidades necessárias para obtenção de uma consistente matéria. O que se deve prestar atenção e os cuidados a serem tomados na divulgação de um acontecimento, entre outros.

Por Cláudia Barbieri

João e Maria



 Depois de três dias de angústia, os irmãos João (10) e Maria (9) reapareceram na manhã de ontem. As crianças haviam se perdido na Floresta dos Pardais na tarde de sexta-feira e foram acolhidas por uma senhora, Dona Agripina (71), que, segundo os meninos, pretendia devorá-los assim que ganhassem peso. Os dois escaparam e conseguiram achar o caminho de volta para casa. Suspeita-se que a madrasta tenha abandonado os enteados no meio da floresta. Se isso for comprovado, ela será indiciada por abandono de incapaz; quanto à idosa, as buscas cessaram, pois ela sumiu sem deixar rastros.
Autora: Francine C. bandeira

Perguntas a partir do livro A arte da fazer um jornal diário, de Ricardo Noblat

1. Muitos alunos de Jornalismo entram na universidade anunciando: "Eu quero trabalhar em rádio e cobrir esportes". Outros falam da vontade de fazer matérias sobre rock e música pop. Será possível, no seu entender, conciliar essas ambições com o que Ricardo Noblat afirma no capítulo III: "O jornalista que gosta de escrever só sobre alguns assuntos terá menos chances do que outro capaz de escrever sobre qualquer assunto"?
Considerando os dois lados, seria importante que todos nós, estudantes de jornalismo, conseguíssemos trabalhar no meio em que sempre sonhamos, afinal todo estudante entra com uma meta a ser atingida, porém acredito que não seja futuro deter-se a um assunto ou gosto só. É importante lembrar que quanto mais nos abrirmos para o ato de fazer jornalismo, mais portas se abrirão para nós.

2. Ricardo Noblat propõe em seu livro que o lead convencional "é inimigo do prazer que a leitura de um texto pode proporcionar". Como redigir um lead que desperte a curiosidade dos leitores e os faça ler todo o texto?
Aprendi que um bom lead deve passar as principais informações (o que, quem, quando, onde, como e por que), ser objetivo, chamar a atenção, sendo assim despertará a curiosidade do leitor em saber o desenrolar da história, seja ela realmente sensacional, ou não.

3. Na página 27, no capítulo "Jornalista não é deus", Noblat reforça a importância dos princípios éticos na profissão de jornalista. Ele condena a obtenção de informações por meios fraudulentos. No entanto, mais adiante (página 56, no capítulo "Nada é como parece"), o autor conta um episódio em que ele próprio usou desses artifícios (Noblat se passou por outra pessoa). O que você pensa sobre essas duas posições?
São duas situações completamente contrárias, fazendo de Noblat um tanto quanto contraditório. Me faz pensar no que devemos fazer ou seguir de fato, mas chego à conclusão de que, assim como Noblat, outros jornalistas e até mesmo nós mesmos um dia encontraremos um pouco de falta de caráter entre nós, mas às vezes talvez valha a pena ou não, isso só saberemos no final, quando chegarmos ao resultado seja ele inesperado como é o caso de Noblat, ou uma jogada de sucesso, jornalista não é Deus, realmente, mas tenta chegar o mais próximo possível disso (um santo milagroso talvez?)

4. "Tenho dois filhos que estudam Jornalismo. Uma vez, formados, eles poderão enganar seus interlocutores para extrair informações e depois traí-los. Minha filha, que se formará em Pedagogia, porém, deverá ensinar ao seus alunos que é errado mentir e trair". Com base nesse comentário de Noblat, como você avalia a questão da ética na profissão do jornalismo?
Tendo em vista o fato de que atualmente muitas notícias são super editadas antes de chegar às mãos dos leitores, essa questão ainda ficou um pouco pendente já que o jornalista escolhe a "verdade"  que publica, então acredito que não exista muita ética, e se existir é usada por poucos afinal quem vai se preocupar com isso? O leitor talvez, ou nem ele já que nunca vi alguém duvidar de uma notícia e ir incorporar em um repórter indo atrás até o fim para comprovar se o que leu é de fato verdadeiro ou não, acredito que o jornalismo nunca andou de mãos dadas com a ética e não é de hoje, mas claro, não se pode generalizar.

5. Faça um comentário geral sobre o livro, mas que seja bem pessoal. Diga se você gostou ou não e por que motivo. Acrescente: que lição maior você vai guardar dessa leitura?Gostei da leitura, me chamou atenção a parte em que Noblat fala sobre sua filha estudante de pedagogia ensinar seus alunos sobre verdade e mentira. Eu, como professora de séries iniciais, sempre ensinei aos meus alunos que é errado mentir, sendo assim pretendo não usar de inverdades para construir um material, afinal tenho para mim que agindo de tal forma estarei colocando o meu próprio trabalho em questão. Nos dias de hoje as coisas andam tão absurdas que certamente não será necessário inventar uma notícia surpreendente, elas já existem, basta encontrá-las. Noblat me lembra o jeito de organizar os pensamentos do meu professor, durante a leitura tentei associar a voz, mas procurando informações sobre ele vi umas fotografias (ele tem muito cabelo).

"Nada é como parece", ótima, essa eu levo comigo!

Anna Paula Arruda



Descrevendo o "Sacolinha"  

O sacolinha é um cara na dele, amigo de todos e muito engraçado para as pessoas do meio em que ele vive.Ganhou esse apelido por trabalhar em uma grande rede de super mercados como empacotador de compras, coisa que ele até acha graça. Colorado fanático, curte um bom rock 'n roll, cursa a faculdade de educação física mas faz estágio no xerox da prefeitura. Bem alto e magro ele faz o biotipo de nerd preguiçoso.
   Dia desses uma desconhecida entrou no recinto em que nós todos trabalhamos e perguntou qual era seu verdadeiro nome, ele se negou a responder, disse que ja se acostumara que o chamassem de sacolinha, afinal, nem ele mesmo se acostumaria com a idéia de voltarem a chamar ele pelo nome, acho que ele não responderia, não por grosseria mas sim porque não se daria conta mesmo que era com ele, ele só responde quando o chamam por sacolinha a mulher insistiu e ele já levemente perturbado continuava negando.
  Nunca perguntei pra ele qual era o nome dele, antes desse dia eu até perguntaria, mas vi que ele não curte muito que toquem no assunto. Vai ver ele é um daqueles casos de pessoas que curtem mais o apelido do que o próprio nome, por questão de gosto ou obrigação mesmo, as vezes tem cada nome por ai.

Nome: Rhian Berghetti
   
  

Apelido

Ela me fez quem eu sou hoje, levanta a hora que for preciso para ter a nossa companhia, sorriso, palavra, é um orgulho, um espelho, porto seguro, às vezes está nervosa, estourada, às vezes canta e encanta, é um tanto quanto bipolar, tem cheirinho de óleo de cozinha e sempre faz um café quentinho, tem pernas, braços e um coração do tamanho do mundo, mesmo coração que me ama como eu preciso, na medida certa, de vez em quando não mede suas palavras, xinga, grita ou ignora, sempre se compara com qualquer coisa grosseira quando na verdade é a mais delicada flor. Quando faz frio, ela esquenta minhas mãos, quando faz calor, as molha e refresca brincando de atirar água, como se fosse uma menina. Não se engane, ela é, menina e mulher, é uma daquelas que possuem uma bagagem enorme, histórias, verdades e mentiras para contar, das viagens, dos amores, perfumes, pessoas e pensamentos, ela sempre terá uma frase feita e te surpreenderá com uma gíria nova, ela é o que me liga ao passado e ao futuro, quem costura o meu presente e dá sentido à minha vida, por essas e outras dei a ela o apelido de mãe, não sei o significado com seus pontos e vírgulas, mas acredito que cada uma tenha o seu coração, olhar, beijo e abraço característico, mas a minha, ah! A minha mãe é tudo e mais um pouco, e, quanto ao apelido, nunca vi apelido que coubesse tanto a uma pessoa, e pegou, não sou a única a chamá-la assim.

Anna Paula Arruda

Fichamento do livro A arte de fazer um jornal diário - Ricardo Noblat

A arte de fazer um jornal diário / Ricardo Noblat. 7. ed., 2ª reimpressão. — São Paulo : Contexto, 2008.


...Neste primeiro capitulo, o Autor aborda sobre o crescente numero de pessoas que não leem mais ou simplesmente não compram jornais impressos. Entre uma folha e outra é nos relatado os números e as letras do seu possível fim. O Autor não nos traz palavras de critica, mas uma alerta sobre os acontecimentos da área dos jornais impressos, apontando algumas causas de sua queda de rendimento, fatores que fizeram com que seus leitores os deixassem, tecnologia, descaso dos diretores entre outros fatores importantes e longos para serem ditos aqui. 


“O modelo dos jornais está em xeque. E não é porque donos de jornal e jornalistas desconheçam esse fato. O modelo está em xeque porque o medo de mudar é maior do que o medo de conservar algo que se desmancha no ar”.(p.15)

“O atestado de óbito dos jornais diários foi assinado e lavrado em cartório pelo menos quatro vezes no século passado. A primeira vez, quando se inventou o rádio; a segunda, quando a televisão entrou no ar; a terceira, quando surgiu a internet; e a última, quando a revolução digital juntou em um único sistema o que antes existia em separado — a escrita, o som e a imagem”.(p.16) 

“Que viva, pois, o jornalismo! Porque pouco importa a forma que os jornais venham a tomar no futuro, pouco importa se alguns deles acabarão preservados como espécies de relíquias — o homem sempre precisará de informações”.(p.17)

Adoro quando leio algo que me faz pensar ou refletir sobre. Fico pensando nas possibilidades e probabilidades de um triste fim para os jornais impressos. Concordo com muito do que foi escrito pelo Autor, principalmente no que diz respeito ao conteúdo de nossos jornais diários. Creio que só houve um ponto do qual discordei, porem entendo o que o autor quer dizer, que foi o papel do jovem para o crescimento do jornalismo ou do jornal. Tento encontrar motivo para muitos acontecimentos e ligados a tudo, mas posso dizer que gostaria sim de poder acordar e tomar um tranquilo café da manha e após ler as noticias no meu jornal impresso e depois ir trabalhar. Penso que seja o desejo de muitos que apreciem informações, porem não paramos de correr nesta vida e por isso o tempo é tão precioso para “perde-lo”.


Por: Thiago Souza da Silveira

Fichamento do livro A arte de fazer um jornal diário - Ricardo Noblat

NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. SP: Contexto, 2002

Resumo.

Nada melhor que um dito jornalista para fazer uma análise do mundo do jornalismo, não? Pois é exatamente o que podemos observar nas primeiras paginas de “A arte de fazer um jornal diário”, do autor Ricardo Noblat. A visão crítica sobre a maneira com que as empresas jornalísticas são conduzidas por seus administradores e o possível futuro dos jornais impressos no mundo são os focos iniciais do autor.

Citações.

Entre março de 2001 e março de 2002, os 15 maiores jornais brasileiros, responsáveis por 74% do volume total de exemplares vendidos no país, diminuíram sua circulação em 12%. Deixaram de vender exatos 346.376 exemplares. É como se uma edição inteira da folha de São Paulo tivesse deixado de circular. Os jovens, principalmente eles, fogem da leitura dos jornais e preferem informar-se por outros meios. Ou simplesmente não se informam. Uma fatia crescente deles adere à internet. (NOBLAT, 2002, Pág. 14)


“No caso brasileiro, acrescente-se ao rol das queixas a cobrança por jornais mais baratos. Os nossos são muito caros. E é pequeno o público disposto a pagar por eles”. (NOBLAT, 2002, Pág. 15)


“Em 2000, cada grupo de mil japoneses comprava 500 exemplares de jornais. Aqui, no mesmo período, cada grupo de mil pessoas só comprava 44 exemplares.”
(NOBLAT, 2002, Pág. 16)

“Que viva, pois, o jornalismo! Porque pouco importa a forma que os jornais venham a tomar no futuro, pouco importa se alguns deles acabarão preservados como espécies de relíquias – o homem sempre precisará de informações.” (NOBLAT, 2002, Pág. 18).


Comentário pessoal.

O livro traz à tona algumas verdades que não levamos em consideração no nosso cotidiano. Estamos apenas no primeiro capítulo e já se podem notar fatos e pesquisas que nos levam a pensar em uma maneira melhor de fazer jornalismo. Certamente uma leitura que incomoda a muitos e fascina a outros.


Por:Rita Corrêa Garrido

Fichamento do livro A arte de fazer um jornal diário - Ricardo Noblat

Ricardo Noblat. A arte de fazer um jornal diário. SP: Contexto,2002.

     No primeiro capítulo do livro " A Arte de fazer um jornal diário", Ricardo Noblat faz uma crítica à triste situação decadente a qual o jornalismo vem sofrendo.
     Logo nas primeiras páginas, encontramos o texto "Assim é, ou assim parece" na qual, em uma banca de revistas, um leitor coloca um jornalista famoso em uma verdadeira "saia justa", fazendo perguntas ao interesse, a preocupação e o rumo ao qual os jornais estão seguindo. A inexistência.
     A queda das vendas, o desinteresse dos jovens, a introdução da internet são apenas alguns dos temas que Ricardo Noblat discute, dando uma verdadeira aula para os amantes desta arte instigante que é o jornalismo.


    " Os jovens, principalmente eles,fogem da leitura dos jornais e preferem informar-se de outros meios. Ou simplismente não se informam."

    "E o que os jornais fizeram, ou estão fazendo para atender as reclamações dos leitores? Pouca coisa."

    " O homem sempre precisará de informações."

     Achei exagerada a maneira dramática como Noblat coloca o futuro dos jornais. Mas confesso que concordo que a situação de hoje não está a mais positiva e que alguma coisa radical deve ser feita.
    Como Noblat mesmo disse, " o homem sempre precisará de informações", e eu acredito que existam pessoas qualificadas que possam suprir isto.


Por: Kallyana de Moura Müller

Fichamento do livro A arte de fazer um jornal diário - Ricardo Noblat

NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexo, 2007.
Resumo/Síntese:
O autor utiliza um breve conto para ilustrar ao leitor o sentimento do jornalista ao ver-se, questionado por um cidadão, quanto ao papel dos jornais na sociedade, seu conteúdo e sua longevidade á longo prazo, devido ao desinteresse dos jovens por sua leitura.
Noblat também frisa a crise mundial que se abate sobre o setor jornalístico nas últimas décadas. Atribuindo a decadência na massa de leitores, a má administração dos donos dos jornais e dos próprios jornalistas que não investem em inovações nas publicações, que sejam capazes de competir com os outros meios de comunicação, que por sua vez, também tiveram sua parcela de culpa na diminuição dos leitores dos jornais diários. Ele refere-se também aos jovens jornalistas como inexperientes e despreparados por falta de vivência, devido a sua pouca idade. Mas como são mais baratos, acabam sendo maioria nas redações.
Prevê também que os jornais do modo como se conduzem no presente, tendem a acabarem por completo. Mas que o jornalismo sobreviverá. Propondo uma suposição hipotética da opinião da maioria dos jornalistas leitores de seu livro, acredita que será criticado devido ao caráter bombástico de suas afirmações.
Frases Destacadas:
“...Os leitores acham que o cardápio de assuntos dos jornais está mais de acordo com o gosto dos jornalistas do que com o gosto deles...”
“...O modelo está em xeque porque o medo de mudar é maior do que o medo de conservar algo que se desmancha no ar...”
“...A soberba,mãe de todos os pecados,costuma ditar o comportamento de jornalistas poderosos...”
Opinião Pessoal:
Eu, como novo estudante de jornalismo sinceramente me senti um tanto quanto desmotivado, pois o principal foco do jornalista sempre foi os jornais de circulação diária, e, segundo Noblat e os dados destacados em seu livro, essa é uma mídia praticamente obsoleta, que tende a acabar brevemente. E infelizmente, eu sou obrigado a concordar com as afirmações dele. Sei também que a nova geração tem como missão tentar restaurar e instaurar uma nova concepção de “jornal”, para que ele sobreviva.

Por: Jean Francisco Peixoto

Fichamento do livro A arte de fazer um jornal diário - Ricardo Noblat

NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 7. ed. 3º reimpressão. São Paulo: Contexto, 2010.

Resumo

No primeiro capítulo o autor aborda a insatisfação dos leitores em relação aos jornais. Questiona quanto à maneira de elaborar o jornal, o custo, o envolvimento da publicidade, os interesses da população, a qualificação dos redatores, o surgimento de outras mídias informativas e mais atraentes e o que tem sido feito para evitar a extinção desse meio de comunicação.

Citações:

“A soberba, mãe de todos os pecados, costuma ditar o comportamento de jornalistas poderosos.” (p.18)

“Queixam-se os leitores de constantes erros de ortografia, da tinta usada pelos jornais que lhes mancham as mãos e a roupa, das páginas que se soltam quando manipuladas, do excesso de páginas e do formato dos jornais.” (p.15)

“Que viva, pois, o jornalismo! Porque pouco importa a forma que os jornais venham a tomar no futuro, pouco importa se alguns deles acabarão preservados como espécies de relíquias - o homem sempre precisará de informações.” (p.19)

Comentário

Considerei muito oportuna a leitura desse capítulo, uma vez que futuros jornalistas devem estar cientes da sua responsabilidade com a informação e atentos às opiniões dos leitores. Buscando sempre novas alternativas e estratégias que proporcionem informação, entretenimento e a satisfação do leitor.


Por: Camila de Oliveira Cassepp

Perguntas a partir do livro A arte da fazer um jornal diário, de Ricardo Noblat

1. Muitos alunos de Jornalismo entram na universidade anunciando: "Eu quero trabalhar em rádio e cobrir esportes". Outros falam da vontade de fazer matérias sobre rock e música pop. Será possível, no seu entender, conciliar essas ambições com o que Ricardo Noblat afirma no capítulo III: "O jornalista que gosta de escrever só sobre alguns assuntos terá menos chances do que outro capaz de escrever sobre qualquer assunto"?
 Acredito que um jornalista deverá ser capaz de escrever sobre qualquer assunto, seja ele de seu conhecimento, ou não. Terá chances aquele que se destacar, pesquisar e dominar todos os assuntos. Aquele que não apenas escrever sobre o que gosta ou tem facilidade, mas sim aquele que for capaz de ampliar seus conhecimentos, dominar a linguagem e arriscar-se, terá mais oportunidades no meio. Não se pode destacar a hipótese de que possa ser possível conciliar as ambições dos jornalistas sobre escrever o que seja de seu maior domínio e interesse, todavia creio que ele deva ser capaz de redigir sobre todo e qualquer assunto proposto.

2. Ricardo Noblat propõe em seu livro que o lead convencional "é inimigo do prazer que a leitura de um texto pode proporcionar". Como redigir um lead que desperte a curiosidade dos leitores e os faça ler todo o texto?
O lead traz a parte mais importante da notícia. É nele que estão respondidas as principais perguntas que o leitor quer saber. É nele que o leitor busca informações para ler a matéria inteira. Para que o leitor se interesse pela notícia, o lead deverá ser informativo, criativo, rico nas minúcias e despertar a curiosidade do leitor já nas primeiras linhas para que ele se interesse pela notícia e a leia até o final.

3. Na página 27, no capítulo "Jornalista não é deus", Noblat reforça a importância dos princípios éticos na profissão de jornalista. Ele condena a obtenção de informações por meios fraudulentos. No entanto, mais adiante (página 56, no capítulo "Nada é como parece"), o autor conta um episódio em que ele próprio usou desses artifícios (Noblat se passou por outra pessoa). O que você pensa sobre essas duas posições?
4. "Tenho dois filhos que estudam Jornalismo. Uma vez, formados, eles poderão enganar seus interlocutores para extrair informações e depois traí-los. Minha filha, que se formará em Pedagogia, porém, deverá ensinar ao seus alunos que é errado mentir e trair". Com base nesse comentário de Noblat, como você avalia a questão da ética na profissão do jornalismo?
A questão da ética na profissão do jornalismo a meu ver é simples: é como a educação, vem de berço! Todos nós sabemos que devemos ser educados, como nos portar nos lugares, que não devemos matar, roubar, mentir, trair, etc. Acredito que vai da conduta de cada profissional, como ele encara sua forma de agir no meio em que trabalha. Tudo que é usado por um meio errado para obter o que se deseja  como por exemplo: crescer na profissão, ter aumento, status, ser bem visto, enganando as pessoas,  não é impune por muito tempo.
5. Faça um comentário geral sobre o livro, mas que seja bem pessoal. Diga se você gostou ou não e por que motivo. Acrescente: que lição maior você vai guardar dessa leitura?
Apaixonei-me pela leitura que fiz. Ricardo Noblat surpreendeu-me a cada vírgula. A leitura foi como um manual do que você deve fazer ou como não deve agir a partir das experiências vividas por Noblat. Rico em conhecimentos, para uma aluna de 1ª viagem como eu, foi uma leitura de fácil entendimento, pude compreender o que estava sendo passado e tirar muitos aprendizados, tais como: valores que devemos preservar, como se portar na profissão escolhida, que estudar e pesquisar para redigir um bom texto é preciso, que devemos ser cautelosos. A leitura deste livro me fez refletir sobre a minha escolha pelo curso de jornalismo, firmando que realmente é isso o que eu quero seguir e trouxe mais aspirações, querendo ir em busca de aprender cada vez mais.
Joana Natália Dias

No 1º caso, concordo com Noblat: “Jornalista não é Deus”. É preciso respeitar os códigos e normas. O jornalista deve ser ético, pois, para ter prestígio e veracidade nas suas informações, ele precisa ser verdadeiro e fazer o seu trabalho corretamente, jamais roubando documentações, fingindo ser quem ele não é, e muito menos gravar conversas às escondidas, ele deve sempre identificar-se e agir corretamente na sua profissão. No 2º caso, quando Noblat fingiu ser o Major Filgueiras no telefonema, ele usou dos artifícios que não deveria para obter informações e por pouco quase que publica uma notícia que não era verdadeira, por não ser cuidadoso. Continuo achando que não vale o risco usar de meios que pareçam mais “fáceis” para se obter uma notícia, eu acho que jogar limpo é estritamente necessário.
1. Muitos alunos de Jornalismo entram na universidade anunciando: "Eu quero trabalhar em rádio e cobrir esportes". Outros falam da vontade de fazer matérias sobre rock e música pop. Será possível, no seu entender, conciliar essas ambições com o que Ricardo Noblat afirma no capítulo III: "O jornalista que gosta de escrever só sobre alguns assuntos terá menos chances do que outro capaz de escrever sobre outros assuntos"?
Quem ingressa no jornalismo com a idéia de focar-se em apenas um ponto, corre um grande risco de acabar se tornando uma 'grande figura humana', como diz Noblat. Um bom jornalista deve saber escrever sibre qualquer asssunto, se restringir em apenas um podegarantir, sim, um emprego, mas apenas isso. Para alcançar prestígio, reconhecimento e interesse das pessoas é importantíssimo que ele saiba ser mutável e escrever sobre tudo o que lhe agrada, ou não.2. Ricardo Noblat propõe em seu livro que o lead convencional "é inimigo do prazer que a leitura de um texto pode proporcionar". Como redigir um lead que desperte a curiosidade dos leitores e os faça ler todo o texto?
O Lead é uma das partes mais importantes da notícia. Um bom lead é aquele que consegue introduzir a notícia em poucas linhas ao mesmo tempo em que omite informações principais e importantes causando assim a curiosidade do leitor. Se um lead informar toda a importância da notícia ele acaba tornando-se, de certa forma, inútil. É preciso que ele responda as quatro perguntas idispensáveis (Quem? Quando? Onde? O que?) e mais duas (Como e Por quê?) ao mesmo tempo em que desperte interesse.
3. Na página 27, no capítulo "Jornalista não é deus", Noblat reforça a importância dos princípios éticos na profissão de jornalista. Ele condena a obtenção de informações por meios fraudulentos. No entanto, mais adiante (página 56, no capítulo "Nada é como parece"), o autor conta um episódio em que ele próprio usou desses artifícios (Noblat se passou por outra pessoa). O que você pensa sobre essas duas posições?
Noblat condena a obtenção de informações por meios fraudulentos e assume que já utilizou desse artifício, porém, naquela época ele achava normal e escrevendo o livro condena. Acredito que esses artifícios até rendem boas notícias e matérias, mas acredito também que um bom jornalista pode e deve usar o talento no lugar da fraude, como muitos usaram e ainda usam e conseguem uma notícia magnífica, por exemplo.
4- "Tenho dois filhos que estudam Jornalismo. Uma vez, formados, eles poderão enganar seus interlocutores para extrair informações e depois traí-los. Minha filha, que se formará em Pedagogia, porém, deverá ensinar ao seus alunos que é errado mentir e trair". Com base nesse comentário de Noblat, como você avalia a questão da ética na profissão do jornalismo?A ética dentro do jornalismo é algo que até hoje é discotido e discordado ou aprovado. Alguns acreditam que é necessário passar por cima dela ás vezes para render algo bom, inédito e outros se recusam a obter informações por esse meio. Acredito que ética é algo que deva existir em qualquer profissão, muitos jornalistas hoje não a utilizam e acabam conquistando o público, enquanto outros, politicamente corretos que a utilizam, correm o risco de perder oportunidades e chances de crescimento. É algo, a meu ver, a ver com consciência e ambição de cada jornalista.

5. Faça um comentário geral sobre o livro, mas que seja bem pessoal. Diga se você gostou ou não e por que motivo. Acrescente: que lição maior você vai guardar dessa leitura?
O livro 'A arte de fazer um jornal diário' de R.Noblat, posso dizer que foi um divisor de águas nesse início de curso de jornalismo, para mim. Ele me fes ter certeza de que é realmente nesse meio que pretendo entrar profissionalmente e além disso, responde muitas perguntas que nunca paramos para pensa. Achei uma leitura ótima e bem tranquila, Noblat utiliza uma linguagem simples e descontraída. Vou levar comigo os conselhos dele de nos transformarmos no melhor que podemos ser e com certeza indicarei o livro.

Juliana Bonotto

Perguntas a partir do livro A arte da fazer um jornal diário, de Ricardo Noblat

1. Muitos alunos de Jornalismo entram na universidade anunciando: "Eu quero trabalhar em rádio e cobrir esportes". Outros falam da vontade de fazer matérias sobre rock e música pop. Será possível, no seu entender, conciliar essas ambições com o que Ricardo Noblat afirma no capítulo III: "O jornalista que gosta de escrever só sobre alguns assuntos terá menos chances do que outro capaz de escrever sobre qualquer assunto"?
Até certo ponto sim. O verbo gostar usado na frase do Ricardo Noblat não é necessariamente interpretado como capacidade. Ou seja, o jornalista pode gostar muito de escrever sobre rock e música pop, mas ter afeição sobre este assunto não significa que ele não tenha capacidade de escrever bem sobre um outro assunto qualquer, que não tenha nenhuma relação à música. Logo, há diferenças entre o gostar e o saber escrever sobre um assunto.
2. Ricardo Noblat propõe em seu livro que o lead convencional "é inimigo do prazer que a leitura de um texto pode proporcionar". Como redigir um lead que desperte a curiosidade dos leitores e os faça ler todo o texto?Um bom lead deve ser escrito de uma forma respeitando as perguntas básicas (quando, como, onde, quem, o quê e por que), mas não respeitando-as de uma forma óbvia. O lead tem o poder tanto de atrair o leito e despertar a sua curiosidade sobre o restante do texto, tanto como o de causar o desinteresse da sua leitura. Por isso, a criatividade deve ser usada no lead com freqüência encontrando palavras chaves para atrair a leitura do restante do texto.
3. Na página 27, no capítulo "Jornalista não é deus", Noblat reforça a importância dos princípios éticos na profissão de jornalista. Ele condena a obtenção de informações por meios fraudulentos. No entanto, mais adiante (página 56, no capítulo "Nada é como parece"), o autor conta um episódio em que ele próprio usou desses artifícios (Noblat se passou por outra pessoa). O que você pensa sobre essas duas posições?Eu desqualificaria a posição dele quando se passou por outra pessoa. Se o jornal tem o dever de fiscalizar o governo, dar o bom exemplo para a população, está sendo totalmente hipócrita com a sua profissão e com o que explana para o povo. Para mim, crimes não se resolvem com crimes, deve-se sempre achar um meio honesto de garantir a informação. Não sendo possível, deixar para que as autoridades tomem as medidas cabíveis, o jornalista não deve sempre se achar no direito de se infiltrar em assuntos confidenciais, até porque ele não tem o preparo necessário para atuar em todos os campos.
4. "Tenho dois filhos que estudam Jornalismo. Uma vez, formados, eles poderão enganar seus interlocutores para extrair informações e depois traí-los. Minha filha, que se formará em Pedagogia, porém, deverá ensinar ao seus alunos que é errado mentir e trair". Com base nesse comentário de Noblat, como você avalia a questão da ética na profissão do jornalismo?

Entrei no curso de jornalismo para usar o meu conhecimento para através do jornalismo ajudar a sociedade a se desenvolver melhor. Partindo deste fato, claramente percebe-se que eu de certa forma sou a favor de ferir a ética jornalística. É hipocrisia o jornalista ser anti-ético! Como alguém que diz que narra a realidade, por exemplo com um tom de que a realidade criminal está ruim, vá usar de métodos e princípios criminosos para apurar uma notícia?
5. Faça um comentário geral sobre o livro, mas que seja bem pessoal. Diga se você gostou ou não e por que motivo. Acrescente: que lição maior você vai guardar dessa leitura?Achei o livro muito bom. Está escrito de uma forma clara para uma leitura agradável. Gostei dele também por me dar mais informações sobre a carreira que desejo seguir, é um verdadeiro manual

introdutório(mas com dicas avançadas) de como é a profissão de um jornalista. Vou guardar muitas dicas comigo para o futuro, fiz anotações e cresci muito com essa leitura. A maior lição que tirei é a de que o jornalista é um cidadão como qualquer outro: necessita da sua hipocrisia para conseguir crescer enconomicamente e profissionalmente.


Christiaan van Hattem

Tatiana Oliveira-Introdução ao jornalismo-APELIDO

APELIDO:
                                          CAXIXO
Chego ao ginásio da sede dos caminhoneiros de Santo Antônio da Patrulha para fotografar as equipes que irão participar da primeira rodada do torneio de futebol de salão às 19 horas.
As equipes ainda estão nos vestiários, o público vai chegando e procurando o melhor local para assistir aos jogos. Não tem arquibancadas, as cadeiras de madeira foram colocadas ao redor da quadra fechada por rede de corda.
Enquanto aguardo meu coordenador, dou uma caminhada pelo local. De repente ouço alguém gritar: “Caxixo... Caxixo...” olho na direção de onde vem o chamado. É o barzinho do ginásio. Escorado no balcão, vejo um rapaz magro usando um boné branco, ele diz: Caxixo me vê um guaraná aí.
Do outro lado do balcão vejo um senhor calvo de cabelos grisalhos sorrir enquanto entrega uma lata do refrigerante ao cliente. Segundos depois, outro grito: Caxixo me dá um pastel, quanto é?
Fico curiosa para saber se Caxixo é nome ou apelido e oque significa essa palavra.  Os gritos se multiplicam, é Caxixo, para cá, é Caxixo para lá, é Caxixo me dá isso, é Caxixo me dá aquilo. Resolvo então saciar minha curiosidade. Vou até o bar e puxo assunto com o dono do tão estranho apelido.
Simpático e atencioso, o atendente e único responsável pela manutenção da sede, sorri quando pergunto: “afinal Caxixo é seu nome ou o apelido?”
Ele responde: já virou meu nome. Todo mundo me chama assim. Ninguém sabe o meu verdadeiro nome. Pode perguntar para quem quiser. Até o prefeito me chama assim!
Mário Nilton, 61 anos de vida, dos quais 50 sendo chamado de Caxixo.
O apelido fora dado pelo primo, ainda na infância. Mário Nilton enrolava-se com as palavras e chamava o maxixo, que é o chuchu branco, de caxixo. O apelido pegou. E hoje, nem sua mãe o chama pelo nome.
Resolvo fazer uma pequena pesquisa local para ver se realmente as pessoas não sabem seu nome. E descubro que, todos o conhecem por Caxixo e nem imaginam que seu nome é Mário Nilton.
Investigo mais um pouco e fico conhecendo uma história interessante. Mário Nilton foi dono de uma loja de acessórios para caminhões por mais de 20 anos e contou-me que a inaugurou com o nome de Ponto Certo, mas teve que mudar o nome depois de alguns anos, porque, os clientes ligavam para o comércio, ele falava o nome da loja e perguntavam se era engano, pois, queriam ligar era para o Caxixo autopeças.
Termino perguntando se a esposa também o chama de Caxixo. Ele solta uma gargalhada e responde:
---Ela não! Por ela sou chamado de Amor!

TATIANA OLIVEIRA DA SILVA – Introdução ao jornalismo Unisinos




Entrevista com Joaquim:

1 - Quais as maiores dificuldades que você encontrou no começo da sua carreira?

2 - Qual foi a reportagem mais emocionnte que você já fez?

3 - O que você considera como uma entrevista perfeita?

Nome: Rhian Berghetti

TRÊS PERGUNTAS AO JORNALISTA NIQ.

1 – Qual entrevista é melhor de fazer, aquela que você já tem em pauta as perguntas prontas ou aquela que você próprio formula durante a entrevista?

2 – O que fazer quando você é mandado para uma entrevista imediata, em que você desconhece totalmente o assunto?

3 – O que o jornalista deve fazer diante de um entrevistado que não quer falar sobre o assunto, sendo que este tal assunto é o “tema” da entrevista?

Nome: Natalha Mary

Entrevista com Joaquim:

1 - Em sua opinião quais os fatores que podem contribuir para que uma entrevista seja um verdadeiro fracasso?

2 - Como você procede quando seu entrevistado está mentindo ou mesmo omitindo fatos, que em sua opinião são importantes?

3 - Quem na sua opinião seria mais fácil de entrevistar, alguém que já conhece ou um desconhecido?

Por Gabriela De Rossi

Entrevista de Carla Muhlhaus com Joaquim Ferreira Santos. Formular três perguntas.

1 – Quando se vai fazer uma entrevista em que o entrevistado veta quase toda sua pauta, informando que determinadas perguntas não serão respondidas, existe um plano B ou o melhor a fazer é rolar a conversa e tentar arrancar as respostas?

2 – Você já entrevistou alguém que muito admirasse, mas depois da entrevista tenha se decepcionado?

3 – Você já ficou nervoso a ponto de não conseguir fazer uma entrevista ou talvez a ponto de não ficar do jeito que você queria que ficasse? Já deixou o seu nervosismo transparecer para o entrevistado?

Nome: Rita Garrido

Entrevista Joaquim.

1 - Você acha que, para construir uma reportagem, a entrevista é a parte mais importante da apuração?

2 - Você acredita que ser um bom entrevistador é só uma questão de talento, ou pode-se aprender na faculdade e com a prática?

3 -
Você já teve algum problema com alguma pessoa por causa de uma entrevista? Criou muitos inimigos?


Nome: Amanda Nunes da Silva

Faça três perguntas sobre entrevista:

1-    Na sua opinião, qual será o rumo da entrevista: você acha que chegará o dia em que as entrevistas serão feitas apenas por programas de conversa em tempo real como Messenger, por exemplo, para evitar o constrangimento ou falta de disponibilidade do entrevistado?

2-    Para você, o que é uma entrevista perfeita?

3- Você utiliza todas as perguntas que formula para a entrevista ou prefere deixá-las de lado e improvisar, mediante as respostas do entrevistado?

Nome: Juliana Borba de Souza 

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Ana Carolina Oliveira-Introdução ao Jornalismo- APELIDO

O Gritador
Uma história verdadeira de um bairro da cidade de Caxias do Sul, contada pelos moradores de lá, o Gritador como é chamado, foi visto pela última vez nos anos 80, e de lá pra cá é mais conhecido como um folclore para filhos e netos das pessoas que já viram ele.
Em uma cidade do interior, onde poucas pessoas sabiam chegar lá, e muitas outras ainda estavam saindo de suas cidades de origem para melhorar de vida em outra, Caxias do Sul cidade de imigrantes italianos, sem muitas moradas mais tinha dezenas de vastos campos e florestas, bem, foi lá que a dona Maria Santa e o senhor Manoel resolveram morar e criar seus seis filhos. Decidiram morar em um bairro onde não tinha muitas casas, e naquela época nem luz, muito menos água, o bairro ficava em cima de um morro bastante conhecido como “O MORRO DAS SETE FACADAS”, já o apelido carinhoso do morro já diz tudo.
E lá morava um senhor alto cabeludo olhar caído, sempre pra baixo, usava um casacão preto e nunca falava com ninguém sua casa era bem na esquina da rua onde a senhora Maria Morava, e quem passavam pela frente sempre sentia alguma coisa, a casa desse senhor era escura, fechada, só aparecia uma luz, seus cachorros eram calados, e medrosos, a casa era antiga bem pequena. Todos os dias quando ele saia às pessoas ficavam com medo, ninguém nunca falou com ele.
Apesar de todas essas desconfianças com este homem as pessoas não se sentiam ameaçadas nem nada desse jeito, além do mais naquele morro tinha bandidos assaltantes, e muitas estradas pelo meio do mato por onde todos tinham que passar para poder chegar os seus destinos, e ali sim, tinham que se preocupar. Muitas mortes aconteceram naquele morro, era ao mesmo tempo difícil e triste de se viver por lá.
Mas senhor mal encarado sumiu das redondezas assim que as mortes começaram, tinha sido visto pela última vez pela a senhora Maria na frente de sua casa onde estava parado com o olhar fixo, passou-se alguns meses e nada da criatura aparecer na sua casa não tinha mais nada nem luz nem cachorro, nada. Era como se de um passe de mágica ele tivesse desaparecido.
Foi ai que tudo começou, nas madrugadas de todas as sextas feiras os moradores daquela rua onde o senhor morava, trancavam suas casas bem fechadas ao cair do sol, pois logo um vulto de capa preta passava gritando por cima das casas e sempre parava em cima da casa da senhora Maria, ficava ali parado e seguia morro acima e desaparecia no topo. Certo dia a filha da senhora Maria estava chegando a casa quando o vulto apareceu voando por cima das casas e gritando, foi ai que ela viu que era o senhor da esquina, é, talvez ele estivesse morto. Dona Maria é a minha avó e a filha dela é minha mãe, nasci e fui criada nessa mesma casa em Caxias do Sul, e escuto sempre essa história, o gritador nunca passou em quanto estive lá mas todos o conhecem, esteja onde ele estiver.


Ana Carolina Oliveira Silva- introdução ao jornalismo- Unisinos