A arte de fazer um jornal diário / Ricardo Noblat. 7. ed., 2ª reimpressão. — São Paulo : Contexto, 2008.
...Neste primeiro capitulo, o Autor aborda sobre o crescente numero de pessoas que não leem mais ou simplesmente não compram jornais impressos. Entre uma folha e outra é nos relatado os números e as letras do seu possível fim. O Autor não nos traz palavras de critica, mas uma alerta sobre os acontecimentos da área dos jornais impressos, apontando algumas causas de sua queda de rendimento, fatores que fizeram com que seus leitores os deixassem, tecnologia, descaso dos diretores entre outros fatores importantes e longos para serem ditos aqui.
“O modelo dos jornais está em xeque. E não é porque donos de jornal e jornalistas desconheçam esse fato. O modelo está em xeque porque o medo de mudar é maior do que o medo de conservar algo que se desmancha no ar”.(p.15)
“O atestado de óbito dos jornais diários foi assinado e lavrado em cartório pelo menos quatro vezes no século passado. A primeira vez, quando se inventou o rádio; a segunda, quando a televisão entrou no ar; a terceira, quando surgiu a internet; e a última, quando a revolução digital juntou em um único sistema o que antes existia em separado — a escrita, o som e a imagem”.(p.16)
“Que viva, pois, o jornalismo! Porque pouco importa a forma que os jornais venham a tomar no futuro, pouco importa se alguns deles acabarão preservados como espécies de relíquias — o homem sempre precisará de informações”.(p.17)
Adoro quando leio algo que me faz pensar ou refletir sobre. Fico pensando nas possibilidades e probabilidades de um triste fim para os jornais impressos. Concordo com muito do que foi escrito pelo Autor, principalmente no que diz respeito ao conteúdo de nossos jornais diários. Creio que só houve um ponto do qual discordei, porem entendo o que o autor quer dizer, que foi o papel do jovem para o crescimento do jornalismo ou do jornal. Tento encontrar motivo para muitos acontecimentos e ligados a tudo, mas posso dizer que gostaria sim de poder acordar e tomar um tranquilo café da manha e após ler as noticias no meu jornal impresso e depois ir trabalhar. Penso que seja o desejo de muitos que apreciem informações, porem não paramos de correr nesta vida e por isso o tempo é tão precioso para “perde-lo”.
Por: Thiago Souza da Silveira
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