os primeiros passos e opiniões formadas, uma turma e algumas cabeças pensantes, diga-se de passagem muito críticas, deu nisso!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Fichamento do livro A arte de fazer um jornal diário - Ricardo Noblat

NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. 7. ed. 3º reimpressão. São Paulo: Contexto, 2010.

Resumo

No primeiro capítulo o autor aborda a insatisfação dos leitores em relação aos jornais. Questiona quanto à maneira de elaborar o jornal, o custo, o envolvimento da publicidade, os interesses da população, a qualificação dos redatores, o surgimento de outras mídias informativas e mais atraentes e o que tem sido feito para evitar a extinção desse meio de comunicação.

Citações:

“A soberba, mãe de todos os pecados, costuma ditar o comportamento de jornalistas poderosos.” (p.18)

“Queixam-se os leitores de constantes erros de ortografia, da tinta usada pelos jornais que lhes mancham as mãos e a roupa, das páginas que se soltam quando manipuladas, do excesso de páginas e do formato dos jornais.” (p.15)

“Que viva, pois, o jornalismo! Porque pouco importa a forma que os jornais venham a tomar no futuro, pouco importa se alguns deles acabarão preservados como espécies de relíquias - o homem sempre precisará de informações.” (p.19)

Comentário

Considerei muito oportuna a leitura desse capítulo, uma vez que futuros jornalistas devem estar cientes da sua responsabilidade com a informação e atentos às opiniões dos leitores. Buscando sempre novas alternativas e estratégias que proporcionem informação, entretenimento e a satisfação do leitor.


Por: Camila de Oliveira Cassepp

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