NOBLAT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexo, 2007.
Resumo/Síntese:
O autor utiliza um breve conto para ilustrar ao leitor o sentimento do jornalista ao ver-se, questionado por um cidadão, quanto ao papel dos jornais na sociedade, seu conteúdo e sua longevidade á longo prazo, devido ao desinteresse dos jovens por sua leitura.
Noblat também frisa a crise mundial que se abate sobre o setor jornalístico nas últimas décadas. Atribuindo a decadência na massa de leitores, a má administração dos donos dos jornais e dos próprios jornalistas que não investem em inovações nas publicações, que sejam capazes de competir com os outros meios de comunicação, que por sua vez, também tiveram sua parcela de culpa na diminuição dos leitores dos jornais diários. Ele refere-se também aos jovens jornalistas como inexperientes e despreparados por falta de vivência, devido a sua pouca idade. Mas como são mais baratos, acabam sendo maioria nas redações.
Prevê também que os jornais do modo como se conduzem no presente, tendem a acabarem por completo. Mas que o jornalismo sobreviverá. Propondo uma suposição hipotética da opinião da maioria dos jornalistas leitores de seu livro, acredita que será criticado devido ao caráter bombástico de suas afirmações.
Frases Destacadas:
“...Os leitores acham que o cardápio de assuntos dos jornais está mais de acordo com o gosto dos jornalistas do que com o gosto deles...”
“...O modelo está em xeque porque o medo de mudar é maior do que o medo de conservar algo que se desmancha no ar...”
“...A soberba,mãe de todos os pecados,costuma ditar o comportamento de jornalistas poderosos...”
Opinião Pessoal:
Eu, como novo estudante de jornalismo sinceramente me senti um tanto quanto desmotivado, pois o principal foco do jornalista sempre foi os jornais de circulação diária, e, segundo Noblat e os dados destacados em seu livro, essa é uma mídia praticamente obsoleta, que tende a acabar brevemente. E infelizmente, eu sou obrigado a concordar com as afirmações dele. Sei também que a nova geração tem como missão tentar restaurar e instaurar uma nova concepção de “jornal”, para que ele sobreviva.
Por: Jean Francisco Peixoto
Ótimo resumo Jean!! As citações foram bem escolhidas.
ResponderExcluirConfesso que tenho que concordar com a sua opinião pessoal mas estamos estudando para isso. Vamos fazer um futuro melhor para o jornalismo! ^^
Parabéns!!!
Rita Garrido
Obrigado Rita ;)
ResponderExcluirPois é,o futuro dos jornais está em nossas mãos,missão complicada,porém não impossível.