os primeiros passos e opiniões formadas, uma turma e algumas cabeças pensantes, diga-se de passagem muito críticas, deu nisso!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Resumo


Por André Erich

Um texto realístico, contrariando a óptica de um mar de rosas, que muitos aspirantes imaginam que seja a carreira de jornalista. Ricardo Noblat deixa muito claro neste primeiro capítulo desta edição, o rumo extinguível que assola o jornalismo responsável, com credibilidade e ortografia em nível de excelência.
A pouca relevância que donos de jornais estão dando a seus leitores, especialmente no jornalismo impresso, que vem trilhando um caminho decrescente no qual a cada ano que passa, perde uma fatia importante do mercado no cenário mundial para web. Onde leitores a grande maioria jovens, encontram na internet muitas respostas para quase todas suas dúvidas.
Noblat apresenta em um texto muito bem escrito, a sua preocupação com o futuro dos jornais. Redações cada vez mais tomadas por jovens, muitos selecionados pelos salários  baixos e não por seu enriquecimento cultural. O autor retrata bem neste capítulo qual a evidente preocupação de uma parte significativa de donos de jornais, que sem dúvida alguma é o dinheiro, atrelado diretamente com a publicidade, na qual sua receita nos jornais impressos vem num declínio já esperado e previsto por grandes nomes do mundo corporativo, homens considerados visionários como o dono e fundador da Microsoft, Bill Gates e seu empregado o executivo Dick Brass, os dois lançam seu prognóstico para uma inevitável extinção de jornais, para tristeza do leitor que aprecia aqueles textos emocionantes, comoventes e inquietantes que hoje em dia já são raros.
Um texto muito sincero e reflexivo é o que o autor, propõe a aspirantes, iniciantes e veteranos do mundo jornalístico.

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