os primeiros passos e opiniões formadas, uma turma e algumas cabeças pensantes, diga-se de passagem muito críticas, deu nisso!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

FESTA DE ENCERRAMENTO DIA 07 DE DEZEMBRO DE 2010 FOI D+!

NOSSA TURMA DE INTRODUÇÃO AO JORNALISMO 2010/2 (OS QUE FORAM A FESTA).
ESSE É O RESPONSÁVEL POR TUDO ISSO AQUI:
NOSSO QUERIDO PRÔFI EDUARDO VERAS!
DEPOIS DA COMILANÇA A BAGUNÇA NA MESA. PUXA! ESTAVA TUDO TÃO GOSTOSO!

   MOMENTOS FINAIS: VIOLÃO, MÚSICA E MUITA RISADAS!



OS ÚLTIMOS APROVEITANDO O RESTINHO DA FESTA!


RECADO PARA OS COLEGAS DA TURMA:

QUERIDOS COLEGAS O PROFI ME LIBEROU PARA CONTINUAR CUIDANDO DO BLOG. QUEM TIVER MATERIAL( INCLUSIVE MAIS FOTOS DA FESTA) E QUISER POSTAR PODE ME ENVIAR:
tathyfolha@yahoo.com.br SE AS PESSOAS DO EXERCICIO APRESENTAÇÃO DE SI QUISER ENVIAR SUA FOTO PARA EU COLOCAR JUNTO DO SEU TEXTO PODE ME ENVIAR POIS PRETENDO SEPARA-LOS.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

LEAD

Por Bárbara Waiand

Na tarde de ontem, três porcos sobreviveram ao ataque de um lobo, que na tentativa de devorá-los, derrubou a sopros, duas das três casas que os irmãos haviam construído em uma área da Floresta Porquinhal.
O animal, faminto, ainda tentou entrar na terceira casa pela chaminé, mas foi surpreendido com um caldeirão de água fervente.

Apresentação

Por Bárbara Waiand

Bárbara tem 26 anos e mora sozinha na cidade de Novo Hamburgo. Passou a infância na casa dos avós maternos de classe média e em 2005 financiou seu próprio apartamento, onde reside até hoje. Guerreira, essa mulher, mas ainda menina, sempre teve sonhos altos e para realizá-los começou a trabalhar muito cedo. Sem o pai por perto, seu braço acolhedor foi sua mãe, aquela que será sua eterna heroína, mas que nunca pode ajudá-la a ingressar nos estudos de nível superior.
No final de 2009, essa futura jornalista, fez a prova do ENEM e conseguiu no começo desse ano ingressar na Universidade do Vale do Sinos como bolsista parcial no curso de jornalismo. Sua meta é formar-se em 5 anos e agora em 2010, mais uma vez vai prestar ENEM para tentar ganhar bolsa integral do MEC.
Estudando a noite, e durante o dia trabalhando como caixa operadora em um movimentado posto de combustíveis, ainda consegue ler revistas, jornais e assistir telejornais, querendo estar informada sobre novos acontecimentos.
Bárbara é muito sorridente, leva uma vida tranqüila e por ser bem comunicativa, faz amizades com facilidade e está sempre rodeada de amigos. Gosta muito de ouvir música, ver filmes e dançar pagode. Irônico ou não, ela não gosta de ler livros.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Lead relatando o conto de fadas ”João e o pé de feijão”


Por Jean F. Peixoto
 
    João 15,descobriu um castelo sobre as nuvens.Ao escalar o pé de feijão gigante que misteriosamente cresceu em seu quintal,o rapaz se deparou com um enorme castelo.
   O jovem furtou moedas, uma galinha que põe ovos de ouro e uma harpa falante do gigante malvado morador do palácio. O gigante irado caiu do pé de feijão ao seguir João e acabou morrendo na queda.O garoto e sua mãe desfrutaram dos bens adquiridos,livrando-se da vida de pobreza.

Resumo


Por André Erich

Um texto realístico, contrariando a óptica de um mar de rosas, que muitos aspirantes imaginam que seja a carreira de jornalista. Ricardo Noblat deixa muito claro neste primeiro capítulo desta edição, o rumo extinguível que assola o jornalismo responsável, com credibilidade e ortografia em nível de excelência.
A pouca relevância que donos de jornais estão dando a seus leitores, especialmente no jornalismo impresso, que vem trilhando um caminho decrescente no qual a cada ano que passa, perde uma fatia importante do mercado no cenário mundial para web. Onde leitores a grande maioria jovens, encontram na internet muitas respostas para quase todas suas dúvidas.
Noblat apresenta em um texto muito bem escrito, a sua preocupação com o futuro dos jornais. Redações cada vez mais tomadas por jovens, muitos selecionados pelos salários  baixos e não por seu enriquecimento cultural. O autor retrata bem neste capítulo qual a evidente preocupação de uma parte significativa de donos de jornais, que sem dúvida alguma é o dinheiro, atrelado diretamente com a publicidade, na qual sua receita nos jornais impressos vem num declínio já esperado e previsto por grandes nomes do mundo corporativo, homens considerados visionários como o dono e fundador da Microsoft, Bill Gates e seu empregado o executivo Dick Brass, os dois lançam seu prognóstico para uma inevitável extinção de jornais, para tristeza do leitor que aprecia aqueles textos emocionantes, comoventes e inquietantes que hoje em dia já são raros.
Um texto muito sincero e reflexivo é o que o autor, propõe a aspirantes, iniciantes e veteranos do mundo jornalístico.

Autobiografia


Por André Erich


André Erich, nascido no dia 9 de agosto de 1984 é natural de Porto Alegre, residente no município de Guaíba, região  metropolitana da capital gaúcha, onde foi criado por seus pais desde sua infância. Vem de uma família de origem humilde na qual compartilhava o mesmo teto com mais cinco irmãos, começou sua vida colegial na escola Amadeu Bolognesi, situada  a uma quadra de sua casa.
Uma infância com muito boa criação, rígida é verdade, com cobranças pesadas de seu pai muitas vezes, um bombeiro militar na época carregando em seu coração um medo excessivo de que seus filhos não fossem cidadãos de boa índole, sua mãe sempre contemporizava as situações de conflitos, uma mulher de muita fibra que trabalhava em casas de famílias, e fazia lanches para vender fora.
Aos 14 anos André estava cursando a sétima série do ensino fundamental, quando seu pai foi chamado à escola faltando um mês para o fim do ano letivo, a supervisora da escola o comunicou que André estava sendo expulso da escola. André era um adolescente muito rebelde com mania de perseguição e que estava cercado de más companhias, seu pai ficou tão indignado com a situação de constrangimento que seu filho o tinha feito passar, que nem lhe dirigiu a palavra no momento, André estava apreensivo porque aquilo não era um bom sinal. No outro dia seu pai se dirigiu até ele e lhe disse: “A tua oportunidade de ser alguém nesta vida eu estou te dando agora.”  Juntamente com esta frase, seu pai o comunicou de que ele estava matriculado em uma escola no centro de Guaíba, e começaria naquela noite. André ficou assustado em um primeiro momento e no segundo e terceiro também, só que ele nunca imaginaria que tal ato de seu pai mudaria sua vida para sempre.
Naquele mesmo ano letivo André conseguiu passar nas provas de recuperação e não perdeu aquele ano, dali em diante entrou no curso profissionalizante no SENAI, e logo após entrou na escola técnica Parobé e se formou Eletrotécnico, aos 18 anos conseguiu um estágio na sua  área de formação como vendedor de materiais elétricos. Aos 19 foi demitido pois a empresa estava entrando em falência, ficou um mês desempregado, quando foi chamado para trabalhar como operador de máquinas industriais na Fitesa em Gravataí, empresa do ramo de não tecidos onde trabalha até os dias de hoje.
Aos 21 anos André se casou com Alessandra Taquatiá, com quem comprou uma casa situada perto da casa de seus pais, e um ano depois, precisamente no dia 17 de abril de 2007 acontece o fato mais importante de sua vida, o nascimento de sua filha, a menina Andrieli, que trouxe aos seus pensamentos a coragem de lutar por seus sonhos que ficaram um pouco deixados de lado. Em 2010, André ingressa no curso de jornalismo na UNISINOS, em São Leopoldo, em busca da retomada de seus reais objetivos.  

domingo, 5 de dezembro de 2010

TATHY POR TATHY


O despertador do celular grita: “é hora de levantar... são... sete horas”. Dedos tateiam sobre a mesa de cabeceira até que encontram o teclado do aparelho e o silencio retorna ao quarto de paredes e decoração cor de rosa, sua preferida.
Minutos depois, a frase ecoa pelo ar novamente: “é hora de levantar... são... sete horas... e cinco minutos”. Ela dá um tapa no telefone derrubando-o no chão. Vira para um lado, rola para o outro, só mais um minutinho pensa. De repente, a televisão liga no volume máximo. Ela se obriga a levantar-se para pegar o controle remoto que deixou sobre o aparelho. Volta para a cama, mesmo sabendo que está na hora de ir trabalhar. Espreguiça-se, boceja, tira um cochilo, acorda e olha o relógio e descobre que já está atrasada 30 minutos.
Assim começam todos os dias da estagiária de assessoria de imprensa da prefeitura municipal de Santo Antõnio da Patrulha e supervisora do censo 2010 Tatiana Oliveira da Silva.
Essa porto-alegrense já nasceu atrasada. É inimiga do relógio, vive correndo contra o tempo. Possui uma lista grande de desculpas e a utiliza diariamente em seus compromissos. Seu dia é puxado. São oito horas no IBGE e mais 6 horas na coordenadoria de esportes da prefeitura municipal de Santo Antônio da Patrulha, cidade para onde se mudou os 13 anos com a mãe e seus cinco irmãos após a separação de seus pais.
Duas noites por semana, viaja para São Leopoldo. Motivo: curso de Jornalismo na UNISINOS. Fez o vestibular em 1998, passou e cursou jornalismo por um ano. Para pagar trabalhava em dois empregos. Em 1999 teve que trancar a matrícula. em 2004 começou a trabalhar no jornal folha patrulhense no qual permaneceu por 5 anos mas só pode voltar a estudar em 2008.
Almeja ser uma grande jornalista como seu ídolo Caco Barcellos. Sonho adquirido ainda na tenra infância quando assistia os tele-jornais com o pai. E quem sabe, ter uma revista de sucesso como a “Veja” e assim poder usar sua grande imaginação e criatividade, além do talento jornalístico.
O misterioso mundo dos comerciais e como as pessoas podiam estar dentro do aparelhode televisão falando com ela, sempre a fascinou. Não teve dúvidas na hora da escolha do curso no primeiro exame vestibular: Foi jornalismo como única opção. É claro que teve que usar uma de suas desculpas para conseguir entrar na sala da prova quando chegou atrasada: o Trânsito.
Colorada desde sempre, não perde nenhum jogo de seu time. Talvez seja por isso que considera o estágio na coordenadoria de esportes mais como diversão do que trabalho.
Todos os finais de semana tem campeonato de futebol e ela está lá fotografando e sendo assediada pelos jogadores, mas, como se considera a pessoa mais fiel do mundo, resiste a todas as tentações.
Como toda romântica sonhadora, possui sonhos possíveis e impossíveis de serem realizados, mas, não desiste de lutar por eles. O mais atual é conseguir se acertar de vez com o Ricardão. Para ela o amor é tudo. A solução para tudo no mundo. É uma discípula desse sentimento. O que, ás vezes, lhe trás sofrimento.
Considera-se amiga, caridosa e companheira, e como tal, está sempre ajudando alguém. Seja um parente em dificuldades financeiras, o namorado que está sempre enrolado em alguma situação que não consegue resolver sozinho ou mesmo as crianças do abrigo para o qual presta serviços voluntario.
Têm três sobrinhas e um sobrinho que considera como seus filhos, já que ainda não realizou o sonho de ser mãe. No momento esta organizando a festa de aniversário de sua sobrinha Mayná no dia 23 de setenbro. será uma festa à fantasia!
Não vai a nenhum lugar sem, pelo menos dois dos seus quatro aparelhos celulares e sua máquina compacta digital. Aliás, considera-se uma amante da fotografia, paixão despertada em 2008 quando retornou a universidade para prosseguir com o curso de jornalismo.
Possui um blog que utiliza como fotoblog onde posta algumas de suas fotografias.
Seu sonho de consumo, no momento, é uma máquina Nikon 90 e montar um estúdio fotográfico. Mesmo não recebendo elogios e incentivos de seu professor de fotografia, Flávio Dutra, por quem tem grande admiração, ela insiste: quer ser fotógrafa além de jornalista e escritora.
Sonhadora, mas, lutadora, sabe que nada vem fácil na vida e o que conquistou até hoje foi com muita luta, assim, ela continua em busca da realização de seus sonhos e desejos mais secretos.
Seu lema: Devagar sim, desistir, nunca!

Por: TATIANA OLIVEIRA DA SILVA

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Ana Carolina Oliveira-Lide Jorge Duarte

Jorge Duarte
Uma palestra foi dada pelo jornalista Jorge Duarte, na noite do dia 16 na faculdade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) em São Leopoldo RS, ele muito atencioso deu informações aos 300 alunos que estiveram no auditório, falou sobre a sua profissão que exerce no governo lula que requer muitos esforços e dedicação, uma palestra que durou 1h 30min, teve como notícia a abertura de um portal brasileiro no exterior para ajudar na comunicação digital, um projeto da SECON em parcerias com demais empresas. Uma ótima aula para os futuros jornalistas, que aprenderam mais como funciona as coisas fora das salas de aula.
Ana Carolina Oliveira-Estudante de Jornalismo
Introdução ao jornalismo
Professor: Eduardo Veras

Matheus Novo-Perguntas Joaquim

Unisinos

Matheus Novo

1) Qual a melhor técnica para fazer com que o entrevistado responda uma pergunta importante e indiscreta, sem que ele se sinta intimidado?

2) É correto extrair a opinião de uma pessoa e noticiar como depoimento após uma                                                                     conversa informal?

3) Até que ponto o entrevistador tem liberdade suficiente para conseguir determinada matéria?


Introdução ao Jornalismo
Prof: Eduardo Veras

Fichamento Manual de redação do jornal O Globo


Por Arlei Bastos

Resumo do texto:
Um jornalista tem pouco tempo para tornar a notícia literatura. Exatidão,clareza e concisão são imprescindíveis para que sua redação seja compreendida pelo leitor. Deve-se ter muito cuidado com as palavras usadas, para não iludir quem se propõe a ler o texto. Há também de se ter muito cuidado com aproveitadores que usam a notabilidade do jornal para aparecer e iludir as pessoas.

Citações
“... só escreve bem,quem lê muito,e escolhe bem a leitura”
“É preciso cuidado na seleção das palavras para não iludir o leitor”
“Se o fato é inexplicável, deve-se afirmar abertamente que a notícia provoca perguntas que não há como responder”
“Toda pesquisa sobre o passado deve levar em conta que não há informante mais traiçoeira do que a memória”
Comentário pessoal:
Nos dias atuais, é realmente complicado conseguir um novo leitor para um jornal impresso. Para quê aquele monte de papel,se,em apenas um clique eu consigo todas as informações desejadas na tela do meu computador, iphone, ipad, enfim. Pessoalmente, nos meus textos, procuro escolher muito bem as palavras. O ufanismo é para os sensacionalistas. Tento sintetizar ao máximo o que escrevo, sem repetir palavras e sendo objetivo.

Entrevista de John Kennedy a Henry Brandom, repórter do The Sunday Times, 3 de julho de 1960


Por Arlei Bastos

ALTMAN, Fábio. A arte da entrevista. São Paulo: Scritta, 1995.

Questão 1
Aponte um aspecto positivo da entrevista, algo que você tenha apreciado muito. Justifique.
R: O fato de o presidente Kennedy estar sempre disposto ao diálogo. Ele mostrou que gostaria de uma união maior entre os países, principalmente com os europeus, e não fechou as portas para a União Soviética, mesmo com as dificuldades expostas.

Questão 2
Aponte um aspecto negativo da entrevista, algo que você não tenha gostado. Justifique.
R: A divisão da Europa, principalmente de Berlim. Os Estados Unidos tinham base no velho continente mesmo depois de 15 anos do fim da segunda guerra. A afirmação do repórter com a maior naturalidade de que os Estados Unidos “logo terão mísseis de longo alcance e não precisarão mais de bases na Europa”, mostra o quão difícil é a pacificação do mundo.

Questão 3
Que pergunta ficou faltando na entrevista? Que pergunta não foi formulada e você gostaria muito de ter feito a este mesmo entrevistado?
R: Perguntaria se ele não gostaria de vencer as dificuldades de inclusão da África, talvez com o auxílio da ONU. Um continente daquele tamanho não poderia ser deixado de lado na globalização.

Questão 4
Tire uma pauta da entrevista. Na leitura, você deve ter identificado um assunto que renderia uma nova matéria. Qual seria? Imagine que você é um pauteiro e vai nortear o trabalho de um repórter.
R: Uma pauta talvez seja as diferenças entre os países capitalistas e comunistas. Uma pauta para a época da entrevista, pois hoje todos sabem as diferenças.
Questão 5
Que lição sobre o ofício de entrevistador você tira dessa entrevista?
R: Que deve-se estudar muito bem o assunto ao qual será tratado com o entrevistado. Ainda mais se for o presidente dos Estados Unidos. Acho que o repórter foi bem neste quesito.